Vi mais dois jogos: um pelo Paulistão e outro pela Libertadores.
No Palestra, seco dessa vez, o Palmeiras deitou e rolou pra cima do Potosí, e a não ser que aconteça um desses desastres provocados pela altitude de quatro mil metros, o time de Luxemburgo garantirá classificação para a fase de grupos do Libertadores.
Impressiona como alguns jogadores cresceram nesse início de temporada.
Fabinho Capixaba, por exemplo, jogou uma boa partida, e coloca em dúvida se o Palmeiras precisa mesmo de outro lateral direito.
Na esquerda Armero ainda não desencantou, se é que tem futebol para tanto.
Destaque para Cleiton Xavier. O camisa 10 faz função tática das mais interessantes. Compõe o meio campo como um segundo volante, dá qualidade na saída de bola, e chega com rapidez no ataque como um meia atacante. Até agora é o jogador que mais tem me encantado nesse novo time do Palmeiras.
Keirrisson é acima da média, nenhuma novidade.
Edmilson joga o fino, como líbero, volante, coringa.
Willians é habilidoso, dá boas opções no ataque, se movimenta bem pelos dois lados, mas finaliza mal.
Marquinhos, quando estiver em condições completará esse bom time que se desenha, e se tiver mais um centro avante, brigará por todos os títulos.
PEIXE.
Em Santos, Fabio Costa colocou a culpa na bola, que dizem ser mais leve e mais complicada para os goleiros.
Duas falhas dos arqueiros, uma de cada lado, um empate.
Até então o Santos jogava para o gasto, o suficiente para vencer o Mirassol, mas tinha uma certa sonolência.
Tropeço com sabor de derrota, mas nada que deva ser superdimensionado.
E teve também um gol desperdiçado por Kleber Pereira, desses que não se perde nem de olhos fechados.
Tem dia que de noite não dá certo.